<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><oembed><type>video</type><version>1.0</version><html>&lt;iframe src=&quot;https://www.loom.com/embed/a5337044d1b641e588ae98524e9d8b92&quot; frameborder=&quot;0&quot; width=&quot;1728&quot; height=&quot;1296&quot; webkitallowfullscreen mozallowfullscreen allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;</html><height>1296</height><width>1728</width><provider_name>Loom</provider_name><provider_url>https://www.loom.com</provider_url><thumbnail_height>1296</thumbnail_height><thumbnail_width>1728</thumbnail_width><thumbnail_url>https://cdn.loom.com/sessions/thumbnails/a5337044d1b641e588ae98524e9d8b92-f27ca938b6cd8b21.gif</thumbnail_url><duration>545.008</duration><title>Alerta Agroclimático_12/06/26: Atualização climática sobre El Niño, chuvas e geadas</title><description>Este Loom atualiza o efeito do El Niño na previsão climática para 12 de junho de 2021, com foco nas chuvas e impactos no Brasil. Marco Antônio afirma que, segundo o relatório oficial da NOAA de 11 de junho, o índice mostra que a atmosfera está sob efeito de El Niño, com elevada probabilidade de persistir pelo menos até o verão de 2027, sem indicação de neutralidade. Ele destaca risco de El Niño forte a super forte, com anomalia acima de 2 graus, com pico entre final da primavera e início do verão, geralmente na virada do ano. No curto prazo, a tendência é de tempo instável e chuvas intensas no centro-sul, com possibilidade de fortes chuvas em Mato Grosso, Goiás, São Paulo, Mato Grosso do Sul e áreas do sul, trazendo problemas para culturas como café, cana e hortaliças. Para frente, ele prevê chuva mais precoce a partir de agosto, maior concentração no sul entre setembro e outubro e regularização mais consistente apenas no final de outubro para novembro.</description></oembed>